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LIVRE ARBÍTRIO: TODOS POSSUIMOS?

HOMEM foi dotado de Livre-arbítrio. O homem, feito à imagem de Deus, segundo a Sua semelhança, tinha livre-arbítrio. Possuía a liberdade de escolher fazer o bem ou o mal. Pela sua livre e amorosa obediência ao seu Criador, estava capacitado para dar honra e glória a Deus em condições muito superiores às da criação animal. Podia com inteligência louvar a Deus pelas Suas maravilhosas qualidades e podia apoiar Sua soberania. Mas a liberdade de Adão era relativa; não era absoluta.
Só continuaria a viver em felicidade se reconhecesse a soberania de Jeová. Isto foi indicado pela árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, da qual se proibira Adão de comer. Comer dela seria um ato de desobediência, uma rebelião contra a soberania de Deus. — Gên 2:9, 16, 17.

Sendo Adão “filho de Deus” (Lu 3:38), sua relação com Deus era a de um filho para com o pai, e ele deveria ter obedecido concordemente. Além disso, Deus criou o homem com o desejo inato de adorar. Este desejo, quando pervertido, levaria o homem na direção errada e destruiria sua liberdade, colocando-o em escravidão ao que fora criado, em vez de ao Criador. Isto, por sua vez, resultaria na degradação do homem.

Um filho espiritual rebelde de Deus induziu a esposa de Adão, Eva, a pecar, e ela apresentou a tentação a Adão, o qual deliberadamente se rebelou contra Jeová. (Gên 3:1-6; 1Ti 2:13, 14) Tornaram-se semelhantes àqueles que Paulo mais tarde descreveu em Romanos 1:20-23. Adão, pela sua transgressão, perdeu a qualidade de filho e a perfeição, e transmitiu o pecado, junto com a imperfeição e a morte, à sua descendência, a inteira raça humana. Esta, mesmo já ao nascer, era à imagem de seu pai Adão, imperfeita, com a morte operando no seu corpo. — Gên 3:17-19; Ro 5:12;

 
DEPRAVAÇÃO TOTAL TEM APOIO BÍBLICO?
A depravação total é uma doutrina teológica derivada do conceito agostiniano de pecado original. Segundo esta doutrina, o homem não regenerado é absolutamente escravo do pecado.
 
Em virtude disto, ele é totalmente incapaz de exercer sua própria vontade livremente para salvar-se. Assim, no que diz respeito à salvação, este homem depende da obra de Deus, que deve vivificá-lo a fim de que este possa ser salvo.
 
É amplamente defendida por várias correntes teológicas, entre elas o arminianismo, calvinismo, luteranismo e metodismo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
RESPOSTA:
Esta crença não é bíblica. O autor ou autores dela confundem o que é pecado original e o pecado contra a lei Deus.
Do pecado original não podemos livrar se dele sozinhos. Rom. 5:12.

Já a prática do pecado contra a lei de Deus podemos escolher o que vamos fazer e praticar para agradar ou não o criador. Prov. 27:11
Portanto são duas coisas distintas.


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