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ESPIRITISMO: CONCEITO SOBRE JUDAS ISCARIOTES: ESPÍRITA X BÍBLIA

CONCEITO ESPÍRITA: JUDAS ISCARIOTES.
"Uma criaturas mais extraordinaria de todos os tempos, um homem capaz de protagonizar curas, um cientista, um filósofo. Ajudou Jesus morrer propositalmente imaginando que na hora de sua execução Jesus se tornaria o Libertador Literal do povo hebreus dos Romanos, segundo as escrituras hebraicas".  
COMO UM VERDADEIRO REVOLUCIONÁRIO, Judas "entregou" Jesus a pedido do próprio mestre, (trabalho em dupla) para cumprir as escrituras, beneficiando toda humanidade. Depois que Judas não viu que era bem assim,  arrependeu se e suicidou vindo a "reencarnar" em Joana D'Arc, tornando se um espírito evoluído, e ainda segundo o espiritismo não houve o suicídio. (Extraído do YOU TUBE).


CONCEITO DA BÍBLIA: JUDAS ISCARIOTES. JESUS DISSE SOBRE JUDAS:
"Teria sido melhor para este homem, se não tivesse nascido.” Mais tarde, Cristo o chamou de “o filho da destruição”Mr 14:21; Jo 17:12; He 10:26-29.

PESQUISA PROFUNDA:
Judas Iscariotes surge nos relatos evangélicos na lista dos apóstolos, algum tempo depois da Páscoa de 31 EC, e cerca de um ano e meio depois de Jesus ter iniciado seu ministério. (Mr 3:19; Lu 6:16) Daí a conclusão lógica de que Judas havia sido discípulo já por algum tempo antes de Jesus o tornar apóstolo. Muitos escritores pintam um quadro totalmente negro de Judas, mas, evidentemente, por algum tempo, ele havia sido um discípulo que achou favor perante Deus e Jesus; isto é indicado pela própria escolha dele como apóstolo. Além disso, confiou-se-lhe cuidar das finanças comuns de Jesus e dos 12.

Isto mostra sua fidedignidade naquela época e sua capacidade ou sua instrução, especialmente visto que era Mateus quem tinha experiência em lidar com dinheiro e com números, mas não recebeu esta tarefa. (Jo 12:6; Mt 10:3) Não obstante, Judas tornou-se total e inescusavelmente corrupto. Sem dúvida, este é o motivo de ele ser colocado no fim da lista dos apóstolos e ser descrito como o Judas “que mais tarde o traiu” e “que se tornou traidor”. — Mt 10:4; Lu 6:16.

Tornou-se Corrupto. Perto da Páscoa de 32 EC, Judas, junto com os outros apóstolos, foi enviado a pregar. (Mt 10:1, 4, 5) Pouco depois do retorno de Judas, e menos de um ano após ter sido feito apóstolo, ele foi publicamente denunciado por Cristo, embora não por nome. Alguns discípulos abandonaram Jesus Cristo, chocados pelos ensinos dele, mas Pedro disse que os 12 se apegariam a Ele. Em resposta, Jesus reconheceu que ele havia escolhido os 12, mas disse: “Um de vós é um caluniador [gr.: di·á·bo·los, que significa “diabo” ou “caluniador”].” O relato explica que aquele que já era caluniador era Judas, que “ia traí-lo, embora fosse um dos doze”. — Jo 6:66-71.

Relacionado com este incidente, João diz: “Jesus sabia desde o princípio . . . quem era o que o havia de trair.” (Jo 6:64) À base de profecias das Escrituras Hebraicas, Cristo sabia que ele seria traído por um associado íntimo. (Sal 41:9; 109:8; Jo 13:18, 19) Também Deus, pelo uso da presciência, havia discernido que este se tornaria traidor, mas é incoerente com as qualidades de Deus e seus tratos no passado pensar que Judas tinha de fracassar, como que predestinado.  Antes, conforme já mencionado, no começo do seu apostolado, Judas era fiel a Deus e a Jesus. De modo que João deve querer dizer que “desde o princípio” de quando Judas começou a tornar-se mau, passando a ceder à imperfeição e a inclinações pecaminosas, Jesus percebeu isso. (Jo 2:24, 25; Re 1:1; 2:23) Judas deve ter entendido que era ele o “caluniador” mencionado por Jesus, mas continuou a viajar com ele e os apóstolos fiéis, e evidentemente não mudou.

A Bíblia não entra em pormenores sobre os motivos do seu proceder corrupto, mas um incidente ocorrido em 9 de nisã de 33 EC, cinco dias antes da morte de Jesus, lança luz sobre o assunto. Em Betânia, na casa de Simão, o leproso, Maria, irmã de Lázaro, ungiu Jesus com óleo perfumado no valor de 300 denários, equivalente a cerca do salário anual de um trabalhador. (Mt 20:2) Judas objetou fortemente, dizendo que o óleo poderia ter sido vendido e o dinheiro “dado aos pobres”. Pelo visto, os outros apóstolos apenas anuíram ao que parecia ser um argumento válido, mas Jesus os censurou. O motivo real da objeção de Judas era que ele cuidava da caixa de dinheiro e “era um ladrão . . . e costumava retirar dinheiro” posto na caixa. De modo que Judas era um ganancioso ladrão praticante. — Jo 12:2-7; Mt 26:6-12; Mr 14:3-8.

Preço da Traição. Judas, sem dúvida, sentiu-se ferido pela censura de Jesus a respeito do uso do dinheiro. Nesta ocasião, “Satanás entrou em Judas”, provavelmente no sentido de que o traiçoeiro apóstolo entregou-se à vontade do Diabo, deixando-se usar como instrumento para executar a intenção de Satanás, de parar Cristo. Poucos dias depois, em 12 de nisã, Judas dirigiu-se aos principais sacerdotes e aos capitães do templo para ver quanto estes lhe pagariam para trair Jesus, novamente demonstrando sua avareza. (Mt 26:14-16; Mr 14:10, 11; Lu 22:3-6; Jo 13:2) Os principais sacerdotes se haviam reunido naquele dia com “os anciãos do povo”, os homens influentes do Sinédrio. (Mt 26:3) Os capitães do templo talvez fossem convocados por causa da sua influência e para dar um aspecto legal a qualquer planejada detenção de Jesus.

Por que ofereceram os líderes religiosos judeus apenas 30 moedas de prata para Jesus ser traído?
Trinta moedas de prata (US$66, no caso de siclos) era o montante oferecido. (Mt 26:14, 15) A soma estabelecida pelos líderes religiosos parece destinada a mostrar seu desprezo por Jesus, encarando-o de pouco valor. Segundo Êxodo 21:32, o preço dum escravo era 30 siclos. Levando isso mais adiante, Zacarias, por seu trabalho de pastor do povo, foi pago “trinta moedas de prata”. Jeová desprezou isso como sendo uma quantia muito pequena, considerando-se o salário dado a Zacarias como avaliação da maneira de o povo sem fé encarar o próprio Deus. (Za 11:12, 13)

Por conseguinte, ao oferecerem apenas 30 moedas de prata por Jesus, os líderes religiosos mostraram considerá-lo de pouco valor. Ao mesmo tempo, porém, cumpriam Zacarias 11:12, tratando Jeová como de pouco valor por fazerem isso com o representante que ele enviara para pastorear Israel. O corrupto Judas “consentiu [no preço] e começou a buscar uma boa oportunidade para traí-lo [Jesus] a eles sem que houvesse uma multidão em volta”. — Lu 22:6.

A Última Noite com Jesus. Judas, apesar de se ter voltado contra Cristo, continuou a associar-se com ele. Reuniu-se com Jesus e os apóstolos em 14 de nisã de 33 EC para a celebração da Páscoa. No decurso da refeição pascoal, Jesus ministrou aos apóstolos, humildemente lavando-lhes os pés. O hipócrita Judas permitiu que Jesus lhe fizesse isso. Mas, Jesus disse: “Nem todos vós estais limpos.” (Jo 13:2-5, 11) Declarou também que um dos apóstolos ali à mesa o trairia. Judas, talvez para não parecer culpado, perguntou se era ele. Como identificação adicional, Jesus deu a Judas um bocado para comer e disse-lhe que fizesse depressa o que pretendia fazer. — Mt 26:21-25; Mr 14:18-21; Lu 22:21-23; Jo 13:21-30.

Judas deixou imediatamente o grupo. Uma comparação entre Mateus 26:20-29 e João 13:21-30 indica que ele partiu antes de Jesus instituir a celebração da Refeição Noturna do Senhor. A apresentação deste incidente por Lucas evidentemente não segue uma estrita ordem cronológica, porque Judas definitivamente já havia partido quando Cristo elogiou o grupo por ter ficado com ele; isto não se ajustaria a Judas, nem teria ele sido incluído no ‘pacto para um reino’. — Lu 22:19-30.

Judas, mais tarde, encontrou Jesus com os apóstolos fiéis no jardim de Getsêmani, lugar que o traidor conhecia bem, porque já se haviam reunido ali antes. Liderou uma grande multidão, inclusive soldados romanos e um comandante militar. A turba tinha cacetes e espadas, bem como tochas e lâmpadas, que necessitariam se nuvens encobrissem a lua cheia ou se Jesus estivesse nas sombras. Os romanos provavelmente não reconheciam Jesus, de modo que, segundo um sinal combinado, Judas cumprimentou Cristo e num ato de hipocrisia “beijou-o mui ternamente”, identificando-o assim. (Mt 26:47-49; Jo 18:2-12) Posteriormente, Judas sentiu a enormidade da sua culpa. De manhã, tentou devolver as 30 moedas de prata, mas os principais sacerdotes se negaram a aceitá-las. Por fim, Judas lançou o dinheiro no templo. — Mt 27:1-5.

Morte. (SUICÍDIO) De acordo com Mateus 27:5, Judas enforcou-se. Mas, Atos 1:18 diz que, “jogando-se de cabeça para baixo, rebentou ruidosamente pelo meio e se derramaram todos os seus intestinos”. Mateus parece tratar da maneira do pretendido suicídio, ao passo que Atos descreve o resultado. Juntando os dois relatos, parece que Judas tentou enforcar-se no alto dum penhasco, mas que a corda ou o galho da árvore rebentou, de modo que despencou e rebentou nos rochedos embaixo. A topografia em volta de Jerusalém torna isso concebível.
Relacionada com a sua morte há também a questão de quem comprou com as 30 moedas de prata o campo para servir de cemitério. Segundo Mateus 27:6, 7, os principais sacerdotes decidiram que não podiam colocar o dinheiro no tesouro sagrado, de modo que eles o usaram para comprar o campo. O relato de Atos 1:18, 19, falando de Judas, diz: “Este mesmo homem, portanto, comprou um campo com
o salário da injustiça.”
A resposta parece ser que os sacerdotes compraram o campo, mas, visto que foi Judas quem forneceu o dinheiro, isso podia ser atribuído a ele. O Dr. A. Edersheim salientou: “Não era lícito incluir no tesouro do Templo, para a compra de coisas sagradas, dinheiro que fora ganho ilicitamente. Em tais casos, a Lei judaica prescrevia que o dinheiro devia ser devolvido ao doador, e, se este insistisse em doá-lo, que fosse induzido a gastá-lo em promover o bem[-estar] público. . . . Por um artifício da lei, o dinheiro ainda era considerado como pertencendo a Judas, e como tendo sido aplicado por ele na compra do bem-conhecido ‘campo do oleiro’.” (The Life and Times of Jesus the Messiah [A Vida e a Época de Jesus, o Messias], 1906, Vol. II, p. 575) Esta compra resultou no cumprimento da profecia de Zacarias 11:13.

O proceder escolhido por Judas era deliberado, envolvendo malícia, ganância, orgulho, hipocrisia e maquinação. Ele depois sentiu remorso sob o peso da culpa, como talvez se desse com um assassino deliberado em resultado do seu crime. Todavia, Judas, de própria vontade, fizera um acordo com aqueles que Jesus disse que faziam prosélitos, tornando-os objetos para a Geena duas vezes mais do que eles mesmos, estando eles sujeitos ao “julgamento da Geena”. (Mt 23:15, 33) Na última noite da sua vida terrestre, o próprio Jesus disse, na realidade, a respeito de Judas: “Teria sido melhor para este homem, se não tivesse nascido.” Mais tarde, Cristo o chamou de “o filho da destruição”. — Mr 14:21; Jo 17:12; He 10:26-29.

Substituição. Entre a ascensão de Jesus e Pentecostes de 33 EC, Pedro, aplicando a profecia do Salmo 109:8, explicou a um grupo de cerca de 120 discípulos reunidos que parecia apropriado escolher um substituto para Judas. Propuseram-se dois candidatos e lançaram-se sortes, o que resultou em Matias ser escolhido “para tomar o lugar deste ministério e apostolado, do qual Judas se desviou para ir para o seu próprio lugar”. — At 1:15, 16, 20-26.


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