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CRISTIANISMO OU CRISTANDADE?

CRISTIANISMO
Os líderes religiosos judeus, por meio de propaganda mentirosa, haviam feito tudo para suscitar ódio contra os seguidores de Cristo. Sua determinação de combater o cristianismo com todas as armas possíveis é demonstrado pelas suas ações, conforme registradas em Atos 22:22; 23:12-15, 23, 24; 24:1-4; 25:1-3. Eles e seus apoiadores hostilizavam constantemente os cristãos, pelo visto usando argumentos no empenho de quebrantar a lealdade deles a Cristo. Atacavam o cristianismo com o que para o judeu pareciam ser fortes argumentos, difíceis de refutar.

Naquele tempo, o judaísmo tinha muito para oferecer em sentido de coisas materiais, tangíveis, e de aparência externa. Os judeus talvez dissessem que estas coisas provavam que o judaísmo era superior e que o cristianismo era tolo. Ora, haviam dito a Jesus que a nação tinha por pai a Abraão, a quem se deram as promessas. (Jo 8:33, 39) Moisés, com quem Deus falara “boca a boca”, era o grande servo e profeta de Deus. (Núm 12:7, 8) Os judeus tinham desde o começo a Lei e as palavras dos profetas. ‘Não confirmaria a própria antiguidade que o judaísmo era a verdadeira religião?’ poderiam perguntar. Por ocasião da inauguração do pacto da Lei, Deus falara por meio de anjos; de fato, a Lei fora transmitida por meio de anjos, pela mão do mediador Moisés. (At 7:53; Gál 3:19) Nesta ocasião, Deus dera uma atemorizante demonstração de poder, por abalar o monte Sinai; o som alto de buzina, fumaça, trovões e relâmpagos acompanharam a demonstração gloriosa. — Êx 19:16-19; 20:18; He 12:18-21.

Além de todas estas coisas antigas, lá estava o magnífico templo, com seu sacerdócio instituído por Jeová. Sacerdotes oficiavam no templo, manejando diariamente muitos sacrifícios. Junto com estas coisas, havia dispendiosas vestes sacerdotais e o esplendor dos ofícios realizados no templo. ‘Não ordenara Jeová que os sacrifícios pelo pecado fossem trazidos ao santuário, e não entrava o sumo sacerdote, descendente do próprio irmão de Moisés, Arão, no Santíssimo, no Dia da Expiação, com um sacrifício pelos pecados da nação inteira? Nesta ocasião, não se chegava ele representativamente à própria presença de Deus?’, talvez argumentassem os judeus. (Le 16) ‘Além disso, não estavam os judeus de posse dum reino, com alguém (o Messias, que viria mais tarde, como diziam) para se sentar no trono em Jerusalém, a fim de governar?’

Se a carta aos hebreus estava sendo escrita para equipar os cristãos a responder a objeções realmente feitas pelos judeus, então os inimigos do cristianismo haviam argumentado do seguinte modo: ‘O que podia esta nova “heresia” apresentar como evidência da sua genuinidade e de ter o favor de Deus? Onde estava o seu templo, e seu sacerdócio? Ora, onde estava seu líder? Fora ele alguém de importância entre os líderes da nação durante a sua vida — este Jesus, um galileu, filho de carpinteiro, sem instrução rabínica? E não teve ele uma morte ignominiosa? Onde estava o reino dele? E quem eram seus apóstolos e seguidores? Meros pescadores e cobradores de impostos. Além disso, na maior parte, quem era atraído pelo cristianismo? Os pobres e humildes da terra, e, ainda pior, aceitavam-se gentios incircuncisos, que não eram da descendência de Abraão. Por que confiaria alguém neste Jesus, que fora morto como blasfemador e sedicioso? Por que escutar os discípulos dele, homens indoutos e comuns?’ — At 4:13.

A superioridade do sistema cristão. Alguns cristãos imaturos talvez se tornassem negligentes para com a sua salvação por meio de Cristo. (He 2:1-4) Ou talvez fossem influenciados pelos judeus descrentes que os cercavam. O apóstolo, vindo em auxílio deles com argumentos magistrais e usando as Escrituras Hebraicas, nas quais os judeus afirmavam basear-se, mostra irrefutavelmente a superioridade do sistema de coisas cristão, e do sacerdócio e da realeza de Jesus Cristo. Demonstra biblicamente que Jesus Cristo é o Filho de Deus, maior do que os anjos (1:4-6), do que Abraão (7:1-7), do que Moisés (3:1-6) e do que os profetas (1:1, 2). De fato, Cristo é o designado herdeiro de todas as coisas, coroado de glória e honra, e designado sobre as obras das mãos de Jeová. — 1:2; 2:7-9.

Quanto ao sacerdócio, o de Cristo é muito superior ao sacerdócio arônico da tribo de Levi. Não se baseia numa herança de carne pecaminosa, mas num juramento de Deus. (He 6:13-20; 7:5-17, 20-28) Então, por que suportou ele tantas dificuldades e teve uma morte de sofrimento? Isto foi predito como essencial para a salvação da humanidade, e para habilitá-lo como Sumo Sacerdote e como aquele a quem Deus sujeitaria todas as coisas. (2:8-10; 9:27, 28; compare isso com Is 53:12.) Ele tinha de se tornar carne e sangue, e tinha de morrer, a fim de emancipar todos aqueles que, pelo temor da morte, estavam em escravidão. Por meio da sua morte, ele pode reduzir a nada o Diabo, algo que nenhum sacerdote humano podia fazer. (He 2:14-16) Tendo sofrido assim, ele é um Sumo Sacerdote que pode compadecer-se das nossas fraquezas e pode vir em nosso auxílio, tendo sido posto à prova em todos os sentidos. — 2:17, 18; 4:15.

Além disso, argumenta o apóstolo, este Sumo Sacerdote “passou pelos céus” e apareceu na própria presença de Deus, não numa mera tenda ou construção terrestre, que apenas era representativa de coisas celestiais. (He 4:14; 8:1; 9:9, 10, 24) Ele precisava comparecer só uma vez com seu sacrifício perfeito, sem pecado, não vez após vez. (7:26-28; 9:25-28) Não tem sucessores, assim como tiveram os sacerdotes arônicos, mas vive para sempre, para salvar completamente aqueles a quem ministra. (7:15-17, 23-25) Cristo é o Mediador do pacto melhor, predito por meio de Jeremias, sob os quais os pecados podem realmente ser perdoados e a consciência purificada, coisas que a Lei nunca podia realizar. As Dez Palavras, as leis básicas do pacto da Lei, foram escritas em pedra; a lei do novo pacto, em corações. Esta palavra profética de Jeová, por meio de Jeremias, tornava o pacto da Lei obsoleto, fazendo-o desaparecer com o tempo. — 8:6-13; Je 31:31-34; De 4:13; 10:4.

É verdade, continua o escritor de Hebreus, que em Sinai se manifestou uma exibição atemorizante de poder, demonstrando a aprovação do pacto da Lei por Deus. De forma muito mais vigorosa, porém, Deus deu testemunho na inauguração do novo pacto, com sinais, portentos e obras poderosas, junto com distribuições de espírito santo a todos os membros reunidos da congregação. (He 2:2-4; compare isso com At 2:1-4.) E, quanto ao Reinado de Cristo, seu trono está no próprio céu, muito acima daquele dos reis da linhagem de Davi, que se sentavam no trono na Jerusalém terrestre. (He 1:9) Deus é a base do trono de Cristo, e o seu Reino não pode ser abalado, assim como foi o reino em Jerusalém, em 607 AEC. (1:8; 12:28) Além disso, Deus tem ajuntado seu povo perante algo muito mais espantoso do que a exibição milagrosa no monte Sinai. Ele tem feito os cristãos ungidos chegar-se ao Monte Sião celestial, e ainda abalará não só a terra, mas também o céu. — 12:18-27.

A carta aos hebreus é de inestimável valor para os cristãos. Sem ela, muitas das realidades referentes a Cristo, conforme prefiguradas pela Lei, não estariam claras. Por exemplo, os judeus sempre souberam das Escrituras Hebraicas que, quando seu sumo sacerdote entrava no compartimento Santíssimo do santuário a favor deles, ele os representava perante Jeová. Mas eles nunca souberam avaliar a seguinte realidade: Algum dia, o verdadeiro Sumo Sacerdote havia de aparecer nos céus na própria presença de Jeová! E, ao lermos as Escrituras Hebraicas, como poderíamos dar-nos conta do enorme significado do relato do encontro de Abraão com Melquisedeque, ou entender tão claramente o que este rei-sacerdote tipificava? Isto, naturalmente, são apenas dois exemplos dentre as muitas realidades que chegamos a visualizar ao ler a carta.

A fé edificada pela carta ajuda os cristãos a se apegarem à sua esperança por meio da “demonstração evidente de realidades, embora não observadas”. (He 11:1) Numa época em que muitos se estribam na antiguidade, na riqueza material e no poder de organizações, no esplendor de ritos e cerimônias, e recorrem à sabedoria deste mundo, em vez de a Deus, a divinamente inspirada carta aos hebreus ajuda admiravelmente a tornar o homem de Deus “plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra”. — 2Ti 3:16, 17.


CRISTANDADE
Recentemente, um livro sobre as religiões nos Estados Unidos disse: “Líderes de religiões "cristãs" muitas vezes mudam seus ensinos para combinar com as crenças e as opiniões dos seus membros e da sociedade em geral.”
A cristandade afirma seguir a Bíblia. No entanto, sua conduta tem lançado grande vitupério sobre a Bíblia e sobre o próprio nome de cristão. Conforme predisse o apóstolo Pedro, ‘fala-se de modo ultrajante’ do caminho da verdade. — 2 Pedro 2:2.

Por exemplo, ao passo que a igreja proibia a tradução da Bíblia, o papa patrocinava maciços esforços militares contra os muçulmanos no Oriente Médio. Esses esforços vieram a ser chamados de “santas” cruzadas, mas não havia nada de santo nelas. A primeira — chamada de “Cruzada Popular” — estabeleceu o padrão do que havia de vir. Antes de partir da Europa, um exército desregrado, inflamado por pregadores, voltou-se contra os judeus na Alemanha, matando-os numa cidade após outra. Por quê? O historiador Hans Eberhard Mayer diz: “O argumento de que os judeus, como inimigos de Cristo, mereciam ser punidos era apenas uma fraca tentativa de esconder o verdadeiro motivo: a ganância.”

A rebelião protestante no século 16 despojou o catolicismo romano do poder, em muitos países europeus. Um resultado disso foi a Guerra dos Trinta Anos (1618-48) — “uma das mais terríveis guerras na história europeia”, segundo A História Universal do Mundo. Qual era a causa básica dessa guerra? “O ódio dos católicos aos protestantes, e dos protestantes aos católicos.”

Naquela época, a cristandade já começara a expandir-se além da Europa, levando a civilização “cristã” a outras partes da Terra. Essa expansão militar ficou marcada pela crueldade e pela ganância. Nas Américas, os conquistadores espanhóis destruíram rapidamente as civilizações indígenas americanas. Certo livro de história observou: “Em geral, os governadores espanhóis destruíam a civilização nativa sem introduzir a europeia. A sede de ouro era o principal motivo que os atraía ao Novo Mundo.”

Missionários protestantes também saíram da Europa para outros continentes. Um dos resultados da sua obra foi a promoção da expansão colonial. Atualmente, um conceito amplamente difundido sobre o esforço missionário protestante é: “Em muitos casos, o empreendimento missionário foi usado como justificativa e cobertura para a dominação do povo. A inter-relação entre missão, tecnologia e imperialismo é bem conhecida.”

A associação íntima entre as religiões da cristandade e o Estado tem continuado até os nossos dias. As últimas duas guerras mundiais foram travadas principalmente entre nações “cristãs”. Clérigos em ambos os lados incentivavam seus moços a lutar e a tentar matar o inimigo — o qual muitas vezes pertencia à mesma religião. Conforme observado no livro Se as Igrejas Quiserem Paz Mundial: “Certamente não é de nenhum mérito [para as igrejas] que o atual sistema de guerra se desenvolveu e causou os maiores estragos entre estados devotados à causa do cristianismo.”

A Palavra de Deus Sobrevive
Contamos essa longa e triste história da cristandade para salientar dois pontos. Primeiro, esses eventos são cumprimento de profecias bíblicas. Foi predito que muitos daqueles que afirmariam ser cristãos lançariam vitupério sobre a Bíblia e o nome do cristianismo, e que isso tem acontecido vindica a Bíblia como verdadeira. Não obstante, não devemos perder de vista que a conduta da cristandade não representa o cristianismo baseado na Bíblia.

O modo de se reconhecer os genuínos cristãos foi explicado pelo próprio Jesus: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” (João 13:35) Além disso, Jesus disse: “Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” (João 17:16) Em ambos esses pontos, a cristandade revela claramente que ela não representa o cristianismo bíblico. Afirma ser amiga da Bíblia, mas tem sido uma falsa amiga.

O segundo ponto é: visto que a cristandade como um todo tem agido tão contrário aos interesses da Bíblia, é deveras notável que esse livro tenha sobrevivido até hoje e ainda exerça uma influência benéfica na vida de muitas pessoas. A Bíblia sobreviveu à amarga oposição à sua tradução, aos ataques de eruditos modernistas e à conduta não cristã de sua falsa amiga, a cristandade. Por quê? Porque a Bíblia não é igual a outras obras escritas. A Bíblia não pode deixar de existir. Ela é a Palavra de Deus, e a própria Bíblia nos diz: “A erva seca e a flor murcha, mas a palavra do nosso Deus permanece eternamente.

PERGUNTA DE LEITOR
É necessário ser Testemunha de Jeová para alcançar a vida eterna?
Em primeiro lugar temos que estudar a palavra da verdade, a Bíblia. Ela é a Verdade...João 17:17.
Depois dentro da Palavra de Deus temos que Conhecer o único e verdadeiro Deus. João 17:3.  
Em seqüencia temos que conhecer nosso exemplo de adoração Jesus Cristo o caminho e a verdade para o PAI e segui-lo. João 17:3, João 14:6,7. Apoc.1:5,6; 3:12.
Basicamente é simplesmente isso para alcançar a Vida Eterna.

Então, perguntamos: Quem realmente conhece Jeová e quem conhece realmente Jesus Cristo os seguem?
Conhece Jesus ao ponto de achar a VERDADE nele?
Por exemplo: O NOME "JESUS" >>SIGNIFICA: JEOVÁ É A SALVAÇÃO !
O acima não te transmite nada? Ou descobriu a VERDADE em 3 minutos?

QUESTINAMENTOS DE LEITORES
01- A vida eterna depende de crermos em Jesus, o Filho amado que Deus mandou para nos salvar. Religião não salva ninguém. O único que salva é Jesus. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai sem Jesus.
RESPOSTA: A colocação acima está incompleta. Sem conhecer Jeová não tem vida eterna. João 6:44; 17:3. Ef. 5:1
Ademais a BÍBLIA afirma que só existe um caminho da VERDADE. Efésios 4:4,5; 5:1; 2 Pedro 2:2.

02- O malfeitor não conhecia Jeová e na hora de sua morte foi à Jesus diretamente e alcançou sua salvação! Luc. 23:39-43.                                                      
RESPOSTA: Note que três anos e meio antes dessa ocorrência, Jesus ainda não havia se tornado o Messias no seu batismo. Muitos nem sabiam que Jesus seriam o meio de Jeová salvar. Luc 2:29,30,31  
Todos que iam a Jerusalém ou moravam lá eram adoradores de Jeová como era Jesus. João 4:22,23.  

O malfeitor era pecador crasso contra a Lei Jeová. Porém ao ver todas as coisas que estavam ocorrendo em Jerusalém na última hora, aceitou Jesus como salvador providenciado por Deus.

Estando ele ao lado de Jesus mostrou arrependimento sincero de seus pecados consciente que Jesus é o designado para julgar salvar os vivos e os mortos. Caso Jesus não observasse verdadeiro arrependimento dos pecados dele contra Jeová, jamais Jesus lhe daria clemência e perdão.

No Reino Milenar o malfeitor ao ser ressuscitado deverá pelas suas ações fazer uma mudança total para ser salvo por toda eternidade. (final do milênio)  Mas nesta ocasião o veredicto final sai diretamente de Jeová. 1 Cor 15:24-28.

CONCLUSÃO
CRISTANDADE É O CONJUNTO DE MILHARES DE ENTIDADES RELIGIOSAS PSEUDO-CRISTÃS QUE INTEGRAM BABILÔNIA A GRANDE. Apoc. 17:1-5; 18:2-4,23,24.

MATÉRIA ADICIONAL
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